Unificação Isha Judd
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Autocuidado

Quando foi a última vez que você abriu espaço para você?

Você é sempre a última da sua lista, e quando chega a sua vez já não sobra dia. A Unificação devolve um lugar na sua própria vida.

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Do que se trata

A primeira pessoa a quem você precisa dar é você mesma

Você dá o dia inteiro: para a sua família, para o seu trabalho, para quem precisa de você. E tudo bem, até perceber que o que você distribui sai de um lugar que ninguém volta a encher. Quando você não se dá nada, continua dando do mesmo jeito, mas dá a partir do cansaço, e aí aparece algo que quase ninguém nomeia: você termina ressentida com as pessoas que ama. A sua primeira responsabilidade é você, e não como mais uma exigência: como o lugar de onde depois alcança para todos. Talvez hoje a pergunta seja outra, mais simples. E se a próxima pessoa que você prioriza for você?

Talvez você reconheça

Sinais de que está acontecendo com você

O seu momento chega quando já não tem mais ninguém acordado

E aí só dá para dormir.

Vive atenta ao que os outros precisam

E custa dizer do que você precisa.

O que você queria fazer para você espera há meses

E toda semana você passa para a seguinte.

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A prática

Como a Unificação te acompanha

1

Você para alguns minutos, com o dia correndo

Sem postura especial nem silêncio absoluto.

2

Volta a escutar você

Começa a distinguir o que quer do que precisa fazer.

3

Reserva um tempo seu e cumpre

Curto, seu, dentro do dia real que você tem.

Aconteceu com alguém como você

Contam quem já fez

A Unificação mudou o meu olhar sobre o meu negócio e, principalmente, sobre o meu próprio valor.
Osvelia, Retiro · Centro de Unificação
Rompi com a defensividade que carregava havia anos. Agora consigo partir de um lugar mais amoroso.
Robinson, Retiro · Centro de Unificação

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"Ocupar um lugar na sua própria vida": a primeira coisa que você pode fazer quando sempre fica no fim da sua lista, direto no seu email.

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Perguntas

O que mais nos perguntam

  • É egoísmo me priorizar se tenho pessoas sob a minha responsabilidade?

    Não é egoísmo e, na prática, costuma ser o contrário. Pode soar contraditório quando há pessoas que dependem de você, e ainda assim é o que mais costuma aparecer no trato de todos os dias. Guardar um tempo para você não tira nada de ninguém, e costuma mudar a qualidade do que você entrega depois. E não precisa ser muito tempo: o que muda não é a quantidade, é que exista. Muitas pessoas notam que, a partir daí, o resto se acomoda diferente: escutam melhor, respondem com mais paciência, deixam de fazer a conta de tudo o que fizeram pelos outros. A prática não pede que você deixe de cuidar. Propõe algo mais simples: que o seu nome também apareça nessa lista de cada dia, mesmo que no começo sejam alguns minutos.

  • Como abro espaço para mim se o dia já está cheio?

    Alguns minutos já bastam para começar, e esse é justamente o ponto: não precisa esvaziar a agenda nem esperar o ano afrouxar. Vale olhar para algo que incomoda um pouco: só você pode se dar o tempo e o lugar que sente que ninguém te dá. Ninguém vai aparecer oferecendo esse momento, porque de fora parece que você está disponível. A prática foi pensada para o dia real que você tem, não para um ideal: alguns minutos, sem postura especial nem silêncio absoluto, no carro antes de entrar, depois de deixar as crianças, à noite quando a casa baixa o volume. O que sustenta a mudança não é a duração, é que esse tempo seja seu e que se cumpra. Muitas pessoas descobrem que reservá-lo como se reserva qualquer compromisso é o que faz com que ele pare de mudar de lugar.

  • E se, quando finalmente me dou um tempo, eu sinto culpa?

    A culpa costuma aparecer, e isso não significa que você esteja fazendo algo errado. Em geral significa o contrário: que faz muito tempo que a ordem está invertida e que ocupar um lugar na sua própria vida ainda parece estranho. Não precisa discutir com essa culpa nem convencê-la. Com a prática ela vai perdendo volume sozinha, porque a ideia que a sustenta, a de que você só vale pelo que faz pelos outros, deixa de ser a única coisa que se escuta. No começo pode ajudar que o tempo seja curto e concreto, algo que não tire nada de ninguém, para que a culpa não tenha onde se segurar. Com o tempo muitas pessoas notam uma mudança simples e bem visível: reservam um tempo fixo para elas e cumprem, sem pedir permissão nem dar explicações. Nada disso é cura nem promessa: é uma ferramenta para voltar a você.

Ocupar um lugar na sua própria vida

Ocupar um lugar na sua própria vida

Comece hoje com uma prática simples que você leva para onde for.

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