Quando em princípios do sec xx, Max Planck ( físico alemão) introduziu postulados que deram origem a base da teoria quântica, provocou  uma revolução no mundo científico. Abriu um campo de pesquisa que ainda está cheio de questões misteriosas e não respondidas.

Uma revolução interior provoca uma coisa bem parecida: descobrir novos aspectos do nosso ser. Quando encontramos um estado interno que vai além do intelecto, além da personalidade, a nossa compreensão sobre quem somos transforma-se completamente. Pode-se dizer que a introspecção é o mais nobre esforço científico, já que é a observação do observador.

A ciência consegue avançar graças à observação. Diante disso a coisa mais significativa que um cientista pode fazer é estudar a natureza de seu próprio observador interno.

Albert Einstein, considerado por muitos como a mente mais brilhante do século XX, integrou investigação científica e observação espiritual. Muitas das descobertas mais importantes de Einstein ocorreram quando estava sentado na sua cadeira,  ou seja, em  estado de observação. A teoria da relatividade foi construída no “laboratório” de sua mente, onde “experimentos mentais” – reflexões sobre as consequências de experimentos imaginários e muitas vezes quase impossíveis de fazer na vida real – foram o principal elemento de suas pesquisas. Elas não exigiam mais do que suas próprias faculdades aplicadas a um processo mental, que em alguns aspectos  é muito semelhante à  meditação.

Um dos ditos mais famosos de Einstein está bem próximo aos de um sábio espiritual: “O sentimento religioso dos cientistas é transformado em um assombro extático com a harmonia da lei natural, que revela uma inteligência de tal superioridade que, comparada a ela, tanto o pensamento sistemático como o desempenho dos seres humanos são uma reflexão absolutamente insignificante.”

Com essa declaração, Einstein confirma sua apreciação sobre a importância da humildade no desempenho científico: ele percebeu que havia uma sabedoria maior do que o intelecto.

Onde a ciência explora os limites do intelecto, a espiritualidade os transcende; onde a ciência usa o poder do intelecto para estudar o mundo, a espiritualidade usa o poder do ser para descobrir a natureza da própria consciência. Não há conflito de interesses entre ciências e espiritualidade.  “Um cientista espiritualista pode certamente existir sem qualquer conflito interno.”

Veja mais informações no Facebook: Sistema Isha Judd

Encontre o filme da Isha Judd “Por que caminhar se você pode voar”  online. 

Fale com a gente pelo Whatsapp! (+598) 94 197 245

Articulo original tomado de Somos Todos UM