A perda da inocência é uma das grandes tragédias da humanidade.

As crianças intuitivamente abraçam a criação, e a destruição, como parte natural da vida. Todos nós fomos crianças, abertos a magia do desconhecido que nos aguarda a cada esquina.

Como adultos, a maioria de nos trata de preservar o velho a todo custo, em uma tentativa em vão de proteger-nos da incerteza.
Nossa percepção do mundo está tão distorcida pelo sofrimento que não somos capazes de ver as coisas de uma forma nova ou abraçar a beleza do presente. Esta perda de inocência frustra continuamente a magia das nossas vidas. Nos vemos frágeis, vulneráveis e cheios de defeitos e debilidades, e tratamos de esconder nossa fragilidade dentro de uma falsa ilusão de controle.

Durante o inicio da infância, Já começamos a adotar os medos e restrições daqueles que nos rodeiam. Nos tornamos limitados, necessitados e dependentes do exterior e aprendemos os códigos de manipulação que devemos usar para receber o que queremos.
Aprendemos quais são as emoções apropriadas, e que respostas receberemos quando mostramos essas emoções. Em poucas palavras, aprendemos o que funciona para obtermos o que desejamos.

A medida que crescemos continuamos com esses comportamentos na escola. Aprendemos quando mentir e quando dizer a verdade, o que temos que esconder, o que dizer, o que é apropriado, o que é cortês, o que deveríamos gostar, em quem devemos votar… resumindo, aprendemos como satisfazer aos demais para obter o que queremos. Então, temos a “boa” menina ou o “bom” menino, e o rebelde ou menino selvagem. Não importa qual dessas identidades adotamos, todos estamos implorando por amor e a aprovação do mundo exterior.

O único que pode completar nosso coração humano é o amor-consciência, e nós o temos abandonado. Quando estamos ancorados nessa experiência, automaticamente encontramos plenitude. Descobrimos uma paz e uma alegria interna que nunca mudam e estão sempre presentes, nos chamando de volta à casa. Quando experimentamos essa plenitude interna, liberamos nossas ideias referentes ao que necessitamos para sermos felizes. Quando deixamos de acreditar no que nos diz nosso intelecto sobre como devem aparentar as coisas, redescobrimos a magia do desconhecido. E nesse momento nos encontramos em pé em um quarto sem paredes, com nossos corações abertos a receber a abundância do universo. Finalmente temos o tesouro mais imenso de todos: sermos livres do medo e percebermos com inocência a perfeição de tudo.

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