Alguma vez já aconteceu com você que quis uma coisa com todo o seu coração, mas para chegar nela não sentiu aquela satisfação que imaginava? Por um tempo nos sentimos felizes, até que a cabeça pensa num outro projeto, num outro gol. É difícil perceber a abundância em torno de nós pois sempre estamos focados em conseguir alguma outra coisa no futuro. A nossa percepção nos faz acreditar que nada é suficiente. Por isso, o hábito de apreciar é um excelente exercício em nossas vidas diárias: apreciar o que temos para chegar a perceber a abundância e perfeição que realmente temos em cada momento.

O Universo funciona oposto do que pensamos. Estamos sempre pedindo coisas que faltam, e desse jeito acabamos nos concentramos no que não há. Então o que acontece quando nos concentramos no que está faltando? Criamos mais falta. Mas quando apreciamos o que temos, em todos os momentos, quando nós apreciamos a perfeição do que é, vamos criando mais disso. Muitas vezes não percebemos o que temos até que o perdemos. E quando conseguimos recuperar tal coisa, ai começamos a apreciar, e tudo parece ser mais abundante! Porém quando estávamos na mesma abundância, não conseguíamos ver. Essa é a insatisfação que, como seres humanos sempre percebemos.

São nossos pensamentos que constante e automaticamente, tiram a gente do momento perfeito, e que nos levam a um lugar futuro passando por cima de todas as coisas que estão acontecendo.

E se fizermos uma mudança? Apreciar e agradecer é um bom começo, concentrando-se assim na abundância de cada momento no mais elevado, na perfeição, no que é real. Convido você a estar no presente, a partir de um lugar onde você pode desfrutar e ao mesmo tempo se exercita para apreciar e ser grato, porque a vida não foi feita para sofrer.

Nós não estamos aqui para sofrer, o paraíso é aqui! É claro, o inferno também é aqui. O sofrimento está na cabeça e liberdade no coração. Quando vivemos no coração, podemos experimentar a perfeição. Quando vivemos na cabeça, geralmente experimentamos sofrimento.

Nós temos o poder de escolher. Quando escolhemos nossos corações, podemos encontrar nossa verdadeira essência, a experiência de sentir amor por nós e por tudo.

A nossa experiência humana merece ser valorizada e abraçada, para poder testemunhar desde um lugar de consciência, de paz. Quando aprofundamos em nossos corações podemos começar a tocar e curar aqueles lugares onde sentimos que não merecemos, em quais sentimos que não somos bons o suficiente. E quanto mais formos apreciando e agradecendo tudo que está vindo em nossa direção, todos os presentes que estamos constantemente recebendo da existência, podemos experimentar amor incondicional por nós mesmos, além das limitações, além prisão de medo e do sofrimento.

Quando valorizamos e amamos é quando sentimos mais amor por nós mesmos e pelos outros também. As pessoas dizem que se amar é egoísta, mas na verdade não podemos amar outros se não nos amarmos primeiro. Não podemos sustentar ninguém sem antes conhecer a nossa própria grandeza. Não podemos ensinar o outro a nadar se não sabemos como, pois morreríamos afogados juntos.

Então é assim como a percepção é alterada: primeiro escolhemos amar, escolhemos a nossa consciência, escolhemos a auto-cura, a própria autotransformação. Amar a si mesmo é dar, é se transformar num veículo de amor, e assim podemos dar sem limites. Não há limites. É simplesmente uma maneira de ser.

Até mais!

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